Portifólio Fotográfico

Guanabara Bay

Baía de encontros, dos passeios matutinos, dos domingos esportivos, tardes preguiçosas. Baía de Guanabara que dá ao nosso cotidiano a música, o respirar poético nos nossos dias apressados. A pé, de bicicleta, de carro, por trás das janelas dos ônibus, basta uma escapulida, um olhar furtivo em sua direção e o Pão de Açúcar o mais postal dos cartões, referência sentimental do Brasil nos chama e colore nossas retinas. Como não amar a Baía de Guanabara. Bay of meetings, morning tours, sports Sundays, lazy afternoons. Guanabara Bay, which gives to our day-to-day the music, the poetic breathes to our hurried days. On foot, by bike, by car, behind the buses windows, we just need a slip away, a squint to its direction, and to the Sugar Loaf, the most postal of the cards, sentimental reference of Brazil , it calls us and color our retinas. How not to love Guanabara Bay?

Baía de encontros, dos passeios matutinos, dos domingos esportivos, tardes preguiçosas. Baía de Guanabara que dá ao nosso cotidiano a música, o respirar poético nos nossos dias apressados. A pé, de bicicleta, de carro, por trás das janelas dos ônibus, basta uma escapulida, um olhar furtivo em sua direção e o Pão de Açúcar o mais postal dos cartões, referência sentimental do Brasil nos chama e colore nossas retinas. Como não amar a Baía de Guanabara.

 

Bay of meetings, morning tours, sports Sundays, lazy afternoons. Guanabara Bay, which gives to our day-to-day the music, the poetic breathes to our hurried days. On foot, by bike, by car, behind the buses windows, we just need a slip away, a squint to its direction, and to the Sugar Loaf, the most postal of the cards, sentimental reference of Brazil , it calls us and color our retinas. How not to love Guanabara Bay?

Bay of meetings, morning tours, sports Sundays, lazy afternoons. Guanabara Bay, which gives
to our day-to-day the music, the poetic breathes to our hurried days. On foot, by bike, by car,
behind the buses windows, we just need a slip away, a squint to its direction, and to the Sugar
Loaf, the most postal of the cards, sentimental reference of Brazil , it calls us and color our
retinas. How not to love Guanabara Bay?

DSCN1193a

O Rio é feito de encantos e encontros inesquecíveis. Nossa cidade não deixa traços indiferentes. E a Baía de Guanabara se revela aos olhos de seus moradores e visitantes cada vez mais fascinante. Rio is made of charms and unforgettable meetings. Our city doesn’t let indifferent traits. Guanabara Bay reveals itself to the eyes of its dwellers and visitors each day more and more fascinating.

O Rio é feito de encantos e encontros inesquecíveis. Nossa cidade não deixa traços indiferentes. E a Baía de Guanabara se revela aos olhos de seus moradores e visitantes cada vez mais fascinante.

Rio is made of charms and unforgettable meetings. Our city doesn’t let indifferent traits. Guanabara Bay reveals itself to the eyes of its dwellers and visitors each day more and more fascinating.

Rio is made of charms and unforgettable meetings. Our city doesn’t let indifferent traits.
Guanabara Bay reveals itself to the eyes of its dwellers and visitors each day more and more
fascinating.

DSCN1236DSCN1228

 Mas a Praia de Botafogo é P & B

Mas a Praia de Botafogo é P & B

DSCN1216bFSCN1317

Anúncios

Uma resposta

  1. GUANABARA. Corr. goanã-pará ou guanã-mbará. Significa “lagamar”, ou como traduziu Batista
    Caetano, “seio semelhante ao mar”,

    Origem e Evolução

    Há mais de 300 mil anos, a Baía era um rio, um estuário tão
    largo que ocupava toda a extensão entre o Pão de Açúcar e
    a Praia de Jurujuba. As águas que formaram a Baía corriam
    para outras direções. A drenagem era dirigida,
    primitivamente, à bacia de Campos. O aparecimento de
    novas formações mudou o curso dos rios, separando as
    bacias. O nível do mar, por sua vez, chegou a estar 120
    metros abaixo e três a quatro metros acima do nível atual.
    Todos esses fenômenos produziram o que os cientistas
    chamam de rio afogado, ou seja, a atual Baía de Guanabara.

    Ocupação

    No final do século XVIII, a cidade do Rio de Janeiro contava
    com 43.376 moradores, a maioria escravos. A Baixada da
    Guanabara tinha 60 mil habitantes. No início do século
    seguinte, com a mudança da corte portuguesa para o Brasil,
    somente o Rio concentrava 60 mil habitantes. Com o início
    do ciclo do café, surgiram as ferrovias e com elas uma
    grande transformação no panorama ambiental da Baía.

    Urbanização

    No meio do século XIX que começa a preocupação com o
    ecossistema em torno da Baía. Com as constantes secas e
    os processos erosivos aumentando por causa da
    intensificação do desmatamento, algumas fazendas foram
    desapropriadas para o reflorestamento. Em 1897 a primeira
    favela se forma, no Morro da Providência. Os barracos
    multiplicaram-se pelas colinas do Centro e na encosta dos
    maciços que circundam a cidade. O desmatamento para a
    construção de barracos também afetou as nascentes de
    água potável. Lixo e dejetos produzidos pela população
    favelada, levados pelas chuvas, passaram a ter a Baía como
    destino final. A qualidade do meio ambiente, tanto no
    interior de Baía como nas bacias dos rios que nela
    deságuam, é o resultado de evolução desse processo de
    ocupação, principalmente do que ocorreu nos últimos 30
    anos, processo este profundamente condicionado pelas
    características econômicas e sociais de um país em
    desenvolvimento.

    Situação Ambiental Atual

    A Baía de Guanabara não é um acidente geográfico
    autónomo. Além de precisar do mar, é o corpo receptor
    final de todos os efluentes líquidos gerados nas suas
    margens e nas bacias dos 55 rios e riachos que alimentam.
    A bacia que drena a Baía de Guanabara tem 4000 kmm2.
    Esta região abriga cerca de dez milhões de habitantes, o
    equivalente a 80 % da população do Estado.

    CAUSAS DE DEGRADAÇÃO AMBIENTAL

    Destruição dos manguezais dos 260 km. Originalmente cobertos
    por manguezais na Baía de Guanabara, restam apenas 82 km2.
    A destruição causa a redução da capacidade de reprodução das
    diversas espécies da vida aquática e intensifica o processo de
    assoreamento que, ao longo do tempo, resulta na progressiva
    redução da profundidade da Baía.

    Aterros

    A superfície original da Baía sofreu uma redução de 30 %
    devido aos aterros destinados a novas áreas de urbanização.
    Das 188 ilhas que existiram em 1500, só restam 127.
    Tais interferências causam sérias alterações no sistema de
    circulação de águas, reduzindo a capacidade de autodepuração
    da Baía e causando danos à vida aquática.

    Acidentes Ambientais.

    Ocorreu em 2000 um vazamento de 1,3 milhão de litros de óleo na Baía,
    causando grandes danos aos manguezais, praias e à população em geral.

    Deficiência do Sistema de Saneamento Básico

    A falta de tratamento dos esgotos sanitários é a principal fonte de
    poluição da Baía. Os efluentes sanitários chegam in natura à Baía,
    receptor natural de todos os rios, canais e galerias.

    Desmatamento

    No período 1995/97, verificou-se uma redução nas áreas florestadas do Estado,
    equivalente a um campo de futebol por dia. Apareceram somente nas bordas
    do Parque Nacional da Tijuca, encostas e as enxurradas, causando assoreamento
    e obstrução dos rios com lama e lixo. As calhas, assim obstruídas, provocam
    inundações de áreas urbanizadas.

    Curtir

    outubro 12, 2017 às 2:34 pm

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s